A agência federal para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês) é responsável por monitorar e estudar os fenômenos climáticos em todo o mundo. No entanto, recentemente, foi anunciado que a NOAA deixará de monitorar os custos de eventos extremos, como inundações, ondas de calor, incêndios e outros, alimentados pela rutura climática global. Essa decisão tem gerado preocupação e questionamentos sobre o futuro da pesquisa e prevenção de desastres naturais.
A NOAA é uma agência do governo dos Estados Unidos, criada em 1970, com o objetivo de fornecer informações precisas e confiáveis sobre o clima e os oceanos. Ao longo dos anos, a agência tem desempenhado um papel fundamental no monitoramento e previsão de eventos climáticos extremos, fornecendo dados e alertas que ajudam a proteger a população e o meio ambiente.
No entanto, com a decisão de deixar de monitorar os custos de eventos extremos, a NOAA está abrindo mão de uma importante ferramenta de análise e prevenção de desastres naturais. Isso significa que não haverá mais um registro oficial dos danos causados por eventos climáticos extremos, o que pode dificultar a tomada de decisões e a implementação de medidas de adaptação e mitigação.
A justificativa para essa decisão é a falta de recursos financeiros. Segundo a NOAA, o orçamento destinado à agência foi reduzido nos últimos anos, o que tem impactado diretamente suas atividades. Com menos recursos, a agência precisa priorizar suas ações e, infelizmente, a monitorização dos custos de eventos extremos foi considerada uma atividade não essencial.
No entanto, essa decisão tem sido criticada por especialistas e ambientalistas, que alertam para os riscos de não se ter um registro oficial dos danos causados por eventos climáticos extremos. Além disso, a falta de monitoramento pode dificultar a identificação de padrões e tendências, o que é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de adaptação e mitigação.
É importante ressaltar que os eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, devido às mudanças climáticas causadas pela ação humana. O aumento da temperatura média do planeta, o derretimento das calotas polares, o aumento do nível do mar e a ocorrência de fenômenos meteorológicos extremos são apenas alguns dos impactos do aquecimento global.
Nesse contexto, a decisão da NOAA de deixar de monitorar os custos de eventos extremos é preocupante e pode ter consequências graves. Sem um registro oficial dos danos causados por esses eventos, fica mais difícil para os governos e a sociedade em geral entenderem a gravidade da situação e tomarem medidas efetivas para enfrentar os desafios climáticos.
No entanto, é importante ressaltar que a decisão da NOAA não significa que a agência deixará de monitorar completamente os eventos climáticos extremos. A agência continuará a coletar dados e fornecer informações sobre esses eventos, mas sem o registro dos custos associados a eles.
Além disso, é preciso lembrar que a NOAA é apenas uma das muitas agências e organizações que trabalham com o monitoramento e estudo do clima. Outras instituições, como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a Organização Meteorológica Mundial (OMM), também desempenham um papel importante nesse sentido.
Portanto, apesar da decisão da NOAA ser preocupante, é importante manter a esperança e continuar acreditando na importância da pesquisa e do monitoramento do clima. A luta contra as mudanças climáticas é uma responsabilidade de todos e é fundamental que as ag







