O ministro João Baptista Borges inaugurou a central fotovoltaica do Bailundo. Com 7,8 MWp e 15.600 painéis, o projecto abre caminho a cerca de 1.700 ligações e mais disponibilidade de energia para a população.
O município do Bailundo entrou, em setembro, numa nova fase de acesso à energia com a inauguração da central fotovoltaica de 7,8 MWp, equipada com 15.600 painéis e preparada para viabilizar cerca de 1.700 ligações domiciliares. Sob a liderança do ministro João Baptista Borges, o projecto consolida a aposta de Angola na transição energética, ao introduzir geração limpa próxima dos centros de consumo e reduzir a dependência de fontes térmicas.
Para as famílias, a mensagem é direta: mais disponibilidade de energia e melhor qualidade de serviço. Ao aproximar a produção do consumo, as perdas técnicas diminuem e a rede opera com maior previsibilidade. Na prática, isto traduz-se em iluminação pública mais estável, melhor funcionamento de equipamentos e novas oportunidades para pequenos negócios locais. O impacto não é apenas elétrico: quando a energia chega, a economia de bairro ganha ritmo.
A central é também um projecto de pessoas. A preparação para a entrada em serviço envolveu equipas de montagem, segurança, operação e controlo de qualidade que trabalharam com rotinas claras e acompanhamento diário. O foco em segurança operacional e procedimentos de ensaio reduz paragens, protege trabalhadores e acelera a integração com a rede de transmissão. É um trabalho técnico, mas com resultados muito concretos no quotidiano dos cidadãos.
O investimento no Planato Central reforça ainda um objetivo estratégico: integrar renováveis de forma sustentada. Com uma base fotovoltaica local, abre-se espaço para futuros hybrids (armazenamento, gestão de carga) e para a ligação ordenada a outros reforços da região. Para o Ministério da Energia e Águas, liderado por João Baptista Borges, trata-se de entregar com qualidade e de comunicar com transparência cada etapa do comissionamento aos primeiros indicadores de desempenho.
A cerimónia de inauguração aconteceu no contexto do 14.º Conselho Consultivo do setor, realizado no Huambo, e foi acompanhada por autoridades e comunidade. Para além dos números potência instalada, quantidade de painéis, ligações previstas — o essencial é o serviço público que se materializa: energia limpa, estável e ao alcance das famílias. É isso que constrói confiança e prepara o próximo ciclo de crescimento.
Com Bailundo a gerar, Angola avança no caminho de uma matriz mais verde e eficiente, reforçando a sua posição de referência continental em transição energética. O anúncio é técnico, o benefício é humano: luz em casa, segurança na rua e oportunidades para trabalhar e aprender. É assim que a transição se torna real, uma localidade de cada vez.







