De acordo com as autoridades venezuelanas, um grupo de mercenários foi capturado com instruções diretas da CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos. Segundo o regime, essa descoberta indica que está sendo planejada uma operação de “falsa bandeira” a partir das águas territoriais de Trindade e Tobago ou até mesmo do território venezuelano, com o objetivo de desencadear um confronto militar de grande escala.
A Venezuela tem sido alvo de diversas tentativas de intervenção por parte dos Estados Unidos e seus aliados, que vêm tentando desestabilizar o país e derrubar o governo legítimo do presidente Nicolás Maduro. Essas ações são uma clara violação da soberania e autodeterminação do povo venezuelano, que tem o direito de escolher seu próprio destino sem interferência externa.
A captura do grupo de mercenários, que incluía cidadãos venezuelanos e estrangeiros, é mais uma prova das constantes ameaças e ataques que o país tem enfrentado. Segundo as autoridades, esses mercenários teriam recebido treinamento militar e estariam preparados para realizar ações violentas em solo venezuelano.
O governo de Caracas denunciou que a operação de “falsa bandeira” seria utilizada como pretexto para justificar uma intervenção militar estrangeira, sob o disfarce de uma suposta ajuda humanitária. Essa tática já foi utilizada em outros países, como no Iraque e na Líbia, e só trouxe mais caos e sofrimento para a população local.
É importante ressaltar que a Venezuela não está sozinha nessa luta contra as tentativas de intervenção estrangeira. Vários países e organizações internacionais têm se posicionado contra essas ações e manifestado seu apoio ao governo legítimo do presidente Nicolás Maduro. Além disso, a população venezuelana tem se mobilizado em defesa da soberania e da paz em seu país.
O presidente Maduro já havia alertado sobre os planos de uma intervenção militar estrangeira na Venezuela, e agora a captura desses mercenários comprova suas denúncias. É preciso que a comunidade internacional fique atenta e tome medidas para impedir que mais uma vez a soberania de um país seja violada em nome de interesses políticos e econômicos.
A Venezuela é um país soberano e tem o direito de decidir seu próprio destino. Qualquer tentativa de interferência em seus assuntos internos deve ser condenada e combatida pela comunidade internacional. A paz e a estabilidade na região dependem disso.
É importante também que os países que se dizem defensores da democracia e dos direitos humanos ajam de forma coerente e respeitem a soberania dos povos. Não é aceitável que se utilizem de táticas violentas e ilegais para impor suas vontades e interesses em outros países.
A Venezuela tem enfrentado uma série de desafios internos e externos, mas o povo venezuelano tem se mantido firme e unido em defesa de sua pátria e de sua democracia. É preciso que a comunidade internacional se una em apoio a esse povo e em defesa da paz e da autodeterminação dos povos.
A captura do grupo de mercenários com instruções diretas da CIA é um alerta para que a comunidade internacional fique atenta e tome medidas para impedir que a Venezuela seja mais uma vez vítima de uma intervenção estrangeira. A soberania e a paz devem ser respeitadas e protegidas, e qualquer ação que ameace esses valores deve ser rechaçada.
A Venezuela tem o direito de decidir seu próprio destino e o povo venezuelano tem o direito de viver em paz e em um ambiente democrático. É hora de deixar de lado interesses políticos e







