Na última sexta-feira, dia 2 de julho, foi o prazo final para a entrega de propostas de alteração do Orçamento do Estado para o ano de 2026. E foi o partido Chega que liderou com o maior número de propostas, apresentando um total de 612 registros. Em segundo lugar, veio o Partido Comunista Português, com 531 propostas.
Essa grande movimentação política e o número significativo de propostas mostram que o debate sobre o Orçamento do Estado é um tema de grande relevância e interesse para o futuro do país. Afinal, é neste documento que são definidas as receitas e despesas do Governo e, consequentemente, as áreas prioritárias de investimentos para os próximos anos.
O Chega, partido de direita liderado por André Ventura, tem ganhado cada vez mais destaque no cenário político português. Com sua pauta focada em temas como a segurança, a imigração e os valores tradicionais, a sigla tem atraído a atenção de um grande número de eleitores. E a entrega dessas 612 propostas para o Orçamento do Estado é mais um sinal da grande relevância que o partido vem ganhando na sociedade portuguesa.
Já o PCP, um dos partidos mais antigos de Portugal e com forte atuação na esquerda, ficou na segunda posição com 531 propostas. O alto número de propostas mostra que o partido não mediu esforços para apresentar seus projetos e defender suas causas. Isso demonstra o comprometimento e a seriedade com que o PCP encara o processo de construção do Orçamento do Estado.
A disputa entre o Chega e o PCP pela liderança no número de propostas apresentadas também reflete as diferenças ideológicas entre os dois partidos. Enquanto o Chega é mais liberal e defende políticas mais conservadoras e de menor interferência do Estado, o PCP é reconhecido pela sua vertente mais socialista e com ideias mais voltadas para o coletivo e a igualdade social.
Além disso, é importante destacar que a presença marcante de ambos os partidos no processo de alteração do Orçamento do Estado mostra a diversidade e pluralidade de ideias presentes na política portuguesa. Isso enriquece o debate e garante a representatividade dos diferentes grupos e interesses da sociedade.
No total, foram apresentadas mais de duas mil propostas de alteração ao Orçamento do Estado. Isso demonstra que os partidos políticos estão empenhados em analisar e propor mudanças que possam aprimorar o documento e garantir um futuro melhor para o país e seus cidadãos.
O prazo de entrega de propostas de alteração foi estabelecido pela Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa e contou com a participação de todos os partidos representados na Assembleia da República.
Além do Chega e do PCP, outros partidos também apresentaram um número expressivo de propostas. O PSD registrou 368 propostas, o BE 361, o PS 297 e o CDS-PP 130. Já o PAN, partido que vem crescendo nas últimas eleições, entregou 52 propostas.
É importante ressaltar que todas as propostas ainda serão analisadas e avaliadas pela Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa. A partir daí, serão selecionadas aquelas que serão efetivamente incorporadas no Orçamento do Estado para 2026.
O Orçamento do Estado é um documento essencial para a gestão governamental e tem um impacto direto na vida de todos os portugueses. Por isso, é fundamental que haja um processo democrático e transparente de elaboração, com a participação ativa de todos os partidos polít







