Trump consegue liberação de Balogun e EUA disparam nas apostas contra Bélgica
Após pedido de Trump à Fifa, Balogun é liberado e EUA viram favoritos contra Bélgica. Casas de apostas aumentam probabilidade americana de 34% para 53%.

Liberação de Balogun muda cenário das apostas
A liberação de Balogun pela Fifa desencadeou uma mudança significativa nas projeções dos mercados de previsão para o confronto entre Estados Unidos e Bélgica. Após o anúncio da anulação do cartão vermelho do atacante, as principais plataformas de apostas reposicionaram suas estimativas, apontando a seleção americana como grande favorita para a partida desta segunda-feira (6).
Nas horas seguintes à confirmação da liberação de Balogun, as casas de apostas registraram uma movimentação expressiva em seus mercados. Na Polymarket, os Estados Unidos passaram a aparecer com 40% de probabilidade de vitória, enquanto a Bélgica caiu para 34%, deixando o empate com 28%. Esses números representam uma inversão completa do cenário anterior, quando os belgas lideravam as projeções.
A Kalshi, por sua vez, registrou uma vantagem ainda mais acentuada para os americanos. Na plataforma, os Estados Unidos alcançam 53% de probabilidade de vitória contra 47% dos belgas. Essa oscilação nos números revela o impacto direto que a disponibilidade de um jogador de calibre ofensivo exerce sobre as expectativas de resultado.
O pedido de Trump à Fifa e a decisão controversa
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou ter solicitado pessoalmente a Gianni Infantino, presidente da Fifa, a revisão do cartão vermelho recebido por Folarin Balogun. O atacante havia sido expulso durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina após a arbitragem considerar violenta uma jogada em que ele pisou no tornozelo de um adversário.
No domingo, a Fifa anunciou oficialmente que Balogun estava liberado para participar do jogo contra a Bélgica. De acordo com a entidade máxima do futebol, a suspensão foi anulada através de um processo independente de revisão disciplinar, mecanismo previsto em seu regulamento interno.
A fundamentação legal para essa decisão baseou-se no artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, intitulado