Em um comunicado divulgado recentemente, o Partido Comunista Português (PCP) expressou seu apoio e satisfação em relação à investigação liderada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DCIAP) sobre a privatização de 61% do capital da TAP em 2015. O partido espera que essa investigação produza resultados o mais rápido possível, em prol da transparência e da justiça.
A privatização da TAP, realizada durante o governo de Passos Coelho, foi alvo de muitas críticas e polêmicas desde o seu início. O PCP sempre se posicionou contra a venda da companhia aérea nacional, considerando-a uma medida lesiva aos interesses do país e uma forma de enfraquecer a soberania nacional.
Agora, com o início da investigação do DCIAP, o PCP vê uma oportunidade de esclarecer todas as dúvidas e irregularidades que permeiam esse processo. O partido acredita que a verdade deve ser restabelecida e que os responsáveis por quaisquer atos ilícitos devem ser devidamente responsabilizados.
O PCP destaca que a TAP é uma empresa estratégica para o desenvolvimento económico e social de Portugal. Além de ser uma importante geradora de empregos, a companhia aérea desempenha um papel fundamental no transporte de passageiros e cargas, promovendo a conectividade do país com o mundo e contribuindo para o crescimento do turismo e da economia nacional.
Portanto, é fundamental que a TAP seja gerida de forma transparente e eficiente, garantindo sempre os interesses de Portugal e dos portugueses. A privatização realizada em 2015, que resultou na venda de 61% do capital da empresa para o consórcio Gateway, levanta suspeitas de irregularidades e prejuízos ao Estado e à população.
O PCP reitera que sempre se opôs a essa privatização e que, desde então, tem denunciado as suas consequências negativas para o país. A investigação do DCIAP é uma oportunidade para que essas denúncias sejam devidamente apuradas e para que a verdade seja restabelecida.
O partido espera que a investigação seja conduzida de forma célere e rigorosa, com o devido respeito às leis e aos princípios democráticos. É necessário que a justiça seja feita e que os responsáveis por quaisquer atos ilícitos sejam punidos de acordo com a lei.
O PCP também destaca a importância de se garantir a participação dos trabalhadores da TAP nesse processo. Eles são os principais interessados no futuro da empresa e devem ter voz ativa nas decisões que afetam o seu futuro e o futuro do país.
O partido reafirma o seu compromisso em defender a TAP como empresa pública e estratégica para Portugal. O país não pode abrir mão de controlar os seus meios de transporte e de comunicação, especialmente em um setor tão importante como a aviação.
Em resumo, o PCP saúda a investigação do DCIAP sobre a privatização da TAP em 2015 e espera que ela produza resultados o mais rápido possível. O partido acredita que esse é um passo importante para esclarecer as dúvidas e irregularidades que cercam esse processo e para garantir que a TAP seja gerida de forma transparente e em prol dos interesses do país e dos portugueses.






