Frente Comum e CGTP manifestaram-se, esta quinta-feira, em frente ao Parlamento onde mostraram “cartão vermelho” ao Governo. Sebastião Santana, coordenador da Frente Comum, lamentou a abstenção do Partido Socialista (PS) na votação final global do Orçamento do Estado (OE). Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, lembrou que os protagonistas deste OE são os mesmos da reforma à lei laboral. Ambos apontam para a greve geral marcada para o dia 11 de dezembro.
A manifestação desta quinta-feira, organizada pela Frente Comum e pela CGTP, reuniu milhares de trabalhadores em frente ao Parlamento. Com cartazes e palavras de ordem, os manifestantes mostraram o seu descontentamento com as políticas do Governo e exigiram melhores condições de trabalho e salários mais justos.
Sebastião Santana, coordenador da Frente Comum, destacou a importância da manifestação como forma de pressionar o Governo a mudar de rumo. “Estamos aqui para mostrar que não estamos satisfeitos com as políticas deste Governo. Exigimos um OE que responda às necessidades dos trabalhadores e que não continue a privilegiar os interesses das grandes empresas”, afirmou Santana.
O coordenador da Frente Comum também lamentou a abstenção do PS na votação final global do OE. “Esperávamos que o PS, enquanto partido de esquerda, estivesse ao lado dos trabalhadores e votasse contra este OE. Infelizmente, a sua abstenção mostra que não estão realmente comprometidos com as causas dos trabalhadores”, acrescentou Santana.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, lembrou que os protagonistas deste OE são os mesmos que estiveram envolvidos na reforma à lei laboral, que trouxe mais precariedade e desregulação para o mercado de trabalho. “Não podemos esquecer que este OE foi negociado com os mesmos que nos impuseram uma reforma laboral que só beneficia as grandes empresas. É preciso dizer basta e lutar por um OE que respeite os direitos dos trabalhadores”, afirmou Oliveira.
Ambos os líderes sindicais apontaram para a greve geral marcada para o dia 11 de dezembro como forma de protesto contra as políticas do Governo. “A greve geral é um sinal claro de que os trabalhadores estão unidos e determinados a lutar pelos seus direitos. É preciso mostrar ao Governo que não aceitamos mais retrocessos nos nossos direitos laborais”, afirmou Oliveira.
A manifestação desta quinta-feira foi mais uma demonstração da força e da união dos trabalhadores portugueses. A Frente Comum e a CGTP mostraram que estão dispostas a lutar pelos direitos dos trabalhadores e a pressionar o Governo a mudar de rumo. A greve geral marcada para o dia 11 de dezembro promete ser mais um momento de união e de luta pelos direitos laborais.
É importante que os trabalhadores continuem a mostrar a sua voz e a sua força, seja através de manifestações, greves ou outras formas de protesto. É preciso que o Governo entenda que os trabalhadores são a força motriz da economia e que merecem ser tratados com respeito e dignidade.
Por isso, é fundamental que os trabalhadores se mantenham unidos e determinados a lutar pelos seus direitos. A manifestação desta quinta-feira foi apenas mais um passo nesta luta contínua. É preciso continuar a mostrar o “cartão vermelho” ao Governo e a exigir um OE que responda às necessidades dos trabalhadores e não aos interesses das grandes empresas.
A greve geral de 11 de dezembro é mais uma oportunidade para os trabalhadores mostrarem a sua for






