Os sociais-democratas de Cascais acusaram o Partido Socialista (PS) de “rasgar acordo” na autarquia, colocando os interesses políticos acima dos interesses da cidade. Segundo os sociais-democratas, esta atitude pode estar relacionada com as eleições internas que se aproximam.
A polémica começou quando o PS decidiu retirar o apoio ao atual presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, que é do Partido Social Democrata (PSD). O PS alega que o acordo estabelecido com o PSD em 2017 não está a ser cumprido, o que levou à decisão de retirar o apoio.
No entanto, os sociais-democratas afirmam que esta decisão é puramente política e que o PS está a colocar os seus interesses partidários acima dos interesses da cidade. Em comunicado, o PSD de Cascais acusa o PS de “rasgar o acordo” e de “desrespeitar a vontade dos cascalenses”.
Para os sociais-democratas, esta atitude do PS é ainda mais grave tendo em conta que se avizinham eleições internas no partido. Segundo o PSD, o PS está a tentar ganhar pontos políticos à custa da estabilidade e do desenvolvimento de Cascais.
O PSD de Cascais defende que o acordo estabelecido em 2017 tem sido cumprido e que a gestão de Carlos Carreiras tem sido positiva para o concelho. O partido destaca a redução da dívida municipal, a melhoria dos serviços públicos e o investimento em áreas como a educação, a cultura e o desporto.
Além disso, os sociais-democratas acusam o PS de não apresentar uma alternativa viável para a liderança da autarquia. Segundo o PSD, o PS não tem um projeto claro para Cascais e está apenas a tentar aproveitar-se da situação política atual.
Esta polémica tem gerado reações por parte de outras forças políticas. O CDS-PP, que também faz parte da coligação que governa Cascais, manifestou o seu apoio a Carlos Carreiras e criticou a atitude do PS. O partido considera que o PS está a “jogar sujo” e que esta decisão pode prejudicar o desenvolvimento do concelho.
Já o Bloco de Esquerda (BE) defende que esta situação é um reflexo da falta de transparência e de diálogo na gestão da autarquia. O partido considera que é necessário um maior envolvimento da população nas decisões políticas e que é preciso acabar com os acordos de bastidores.
Apesar das críticas, o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, mantém-se confiante e afirma que a sua gestão tem sido pautada pela transparência e pelo diálogo com todas as forças políticas. O autarca garante que vai continuar a trabalhar em prol do desenvolvimento de Cascais e que não vai deixar que interesses partidários interfiram na sua governação.
Em resposta às acusações do PSD, o PS de Cascais afirma que a decisão de retirar o apoio a Carlos Carreiras foi tomada após uma análise cuidadosa da situação. O partido defende que o acordo estabelecido em 2017 não está a ser cumprido e que é necessário um novo rumo para o concelho.
No entanto, a população de Cascais parece estar do lado de Carlos Carreiras. Nas redes sociais, são muitos os cidadãos que manifestam o seu apoio ao presidente da autarquia e criticam a atitude do PS. Para os cascalenses, o mais importante é o desenvolvimento e o bem-estar da cidade, independentemente de questões partidárias.
Em suma, a polémica entre o PSD e







